Tenho uma amiga super dedicada no trabalho e excelente profissional, mas suas possibilidades de promoção sempre batem na trave. A razão é sempre a mesma: seu Inglês não é lá essas coisas. Aliás, não é coisa nenhuma.
Encarar o mundo corporativo sem falar Inglês é suicídio profissional, embora minha amiga não esteja sozinha. Muitos profissionais, teoricamente fluentes no idioma, não resistem a um teste básico de cinco minutos, falando as coisas mais simples. Se precisarem escrever, então, verdadeiros desastres.
Continue lendo "Pode to be?" »
Fulano gostava de ler e escrever, então foi estudar Publicidade. Formou-se numa boa Universidade e logo começou a trabalhar com marketing e vendas. Ao perceber que a Tecnologia de Informação estava transformando o mundo dos negócios, resolveu fazer uma pós-graduação no tema, para melhor entender suas aplicações em sua área.
Por causa do seu interesse em ler e aprender, acabou fazendo um Mestrado, para consolidar melhor os ensinamentos que o mundo lhe proporcionava. Mudou-se de cidade e de estado em busca de oportunidades ainda melhores. Mas quanto mais estudava e trabalhava, mais Fulano percebia que o marketing que se pratica nas grandes empresas tem mais a ver com preencher planilhas, fazer previsões e construir relacionamentos do que com o que aprendera em seus estudos e livros.
Continue lendo "Só é tarde se você não fizer" »
A Guinada: Maneiras Simples de Operar Grandes Transformações, o novo livro dos irmãos Chip e Dan Heath, abre com uma analogia muito interessante sobre as duas forças que, aparentemente, governam as ações humanas: Razão e Emoção. (Leia aqui a resenha completa.)
A comparação - cujo autor original é Jonathan Hadt, professor da Universidade da Virgínia - relaciona a Emoção a um Elefante, e a Razão ao seu Domador1. A analogia é bastante ilustrativa pois são suas forças que precisam operar em conjunto, pois o controle que a Razão exerce sobre a Emoção é reconhecidamente frágil.
Continue lendo "O Elefante e o Domador" »
Conversar com quem a gente concorda é uma delícia porque o papo flui fácil e não há atritos. Mas é conversando com quem a gente discorda que aprendemos coisas realmente relevantes.
A manhã de hoje foi assim, com uma amiga recém reaparecida e que pensa bem diferente de mim. Durante um interessante par de horas, discordamos de quase tudo; exceto que a conversa do outro é agradável.
Um dos temas foi o corajoso dilema enfrentado por um amigo comum, no seu último período da faculdade.
Continue lendo "Escolhas, opções e tentações" »