Pense rápido na regra que você mais detesta no seu escritório.
Foi fácil, não foi? Todo mundo tem uma (ou mais) regras que desejaria muito ver abolidas. E não só no escritório, mas também em casa, no condomínio, no clube, no mundo.
Ao contrário do que muitos pensam, regras não são instrumentos perversos de perseguição, elaboradas com o único propósito de perturbar exclusivamente a sua vida. A maioria delas tem sua razão própria de existir – seja por questões de segurança, bem-estar comum ou algum outro benefício individual ou coletivo.
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A Guinada: Maneiras Simples de Operar Grandes Transformações, o novo livro dos irmãos Chip e Dan Heath, abre com uma analogia muito interessante sobre as duas forças que, aparentemente, governam as ações humanas: Razão e Emoção. (Leia aqui a resenha completa.)
A comparação - cujo autor original é Jonathan Hadt, professor da Universidade da Virgínia - relaciona a Emoção a um Elefante, e a Razão ao seu Domador1. A analogia é bastante ilustrativa pois são suas forças que precisam operar em conjunto, pois o controle que a Razão exerce sobre a Emoção é reconhecidamente frágil.
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Recentemente meu colega de Você S/A, o Márcio Mussarela, escreveu aqui um texto sobre o despreparo dos CEOs na condução de algumas questões relacionadas à comunicação dentro das empresas.
Sua análise recai sobre o tema da dificuldade que alguns profissionais sentem para interagir com suas equipes, independentemente do nível hierárquico que ocupem ou da direção que as mensagens devem tomar. Para ele, tais desatinos acabam provocando verdadeiros desastres corporativos, simplesmente por ruídos na comunicação interperssoal.
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