Num texto recente escrevi um pouco sobre o conceito de Cisne Negro, tal como explicado por Nassim Nicholas Taleb em seu livro homônimo. Relembrando: um cisne negro é um evento altamente improvável, de fortíssimo impacto e fácil de explicar depois que acontece.
Até o século 17, a expressão era usada como metáfora para algo que não existia - porque tais aves são originárias da Austrália, país que só foi descoberto em 1697. Era como o equivalente a "falso como uma nota de R$ 3,00".
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Linus Torvalds - dinheiro é para os fracos!
Em De onde vem a Motivação? analisei alguns aspectos sobre como as pessoas se motivam para trabalhar - e o porquê de as empresas ainda insistirem em ir em direções opostas. Um destes desencontros é a persistente crença de que o dinheiro é capaz de fazer as pessoas trabalharem melhor, mais rápido e, ainda por cima, serem mais criativas.
Em seu bem elaborado Motivação 3.0, Daniel Pink ilustra este engano com uma incoerência comum em empresas multinacionais que insistem em inspirar seus funcionários através de incentivos financeiros, basicamente. Para o autor, basta uma visita a área de TI da empresa, onde provavelmente se verá uma série de aplicativos rodando em ambientes Linux.
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É aqui que estão suas esperanças?
Um dos momentos mais dramáticos da viagem de Ernest Shackleton à Antártida é quando o navio Endurance afunda, deixando seus 28 tripulantes abandonados à própria sorte, no início do século passado.
Planejada para atravessar o continente antártico à pé, em 1914, a ambiciosa expedição transformou-se numa desesperada luta pela sobrevivência, no instante em que o navio foi definitivamente aprisionado pelas gigantescas placas de gelo do Mar de Weddell.
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Tenho uma amiga super dedicada no trabalho e excelente profissional, mas suas possibilidades de promoção sempre batem na trave. A razão é sempre a mesma: seu Inglês não é lá essas coisas. Aliás, não é coisa nenhuma.
Encarar o mundo corporativo sem falar Inglês é suicídio profissional, embora minha amiga não esteja sozinha. Muitos profissionais, teoricamente fluentes no idioma, não resistem a um teste básico de cinco minutos, falando as coisas mais simples. Se precisarem escrever, então, verdadeiros desastres.
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